sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Dias de roça!

ontem fui as pressas ao dentista em Bananal para resolver um probleminha básico e encontrei alguns personagens tipicamente caipiras no consultorio do Dotô aguardando pela sua hora da consulta. Depois de uma boa prosa sobre a Bocaina e vales desses cantões, passamos a conversa dos problemas dentarios...a maioria do pessoal ali ia arrumar a dentadura e eu, graças a escova de dentes, ainda não cheguei a esse patamar. Disse aos meus amigos na prosa que só ia arrumar o dente e o pessoal falou que não adianta nada isso que depois o dente volta a doer de novo. Que o certo é arrancar mesmo! segundo eles:
"meu fio, a gente já nasceu sem dentes, não é mesmo??""

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Mutirão Social no campo de Formoso

Neste final de semana o time que entrou em campo em Formoso estava diferente. Desta vez nada de bola, muita vontade e muita tinta!!!

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O pessoal se reuniu em campo e em uma ação de mutirão, os pinceis começaram a trabalhar. As tintas foram doadas pelo Claudemir (alemão) e o trabalho foi todo voluntario para deixar o Campo de formoso com as cores do time de Formoso Bi-Campeão do Vale Histórico!!

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Vale deixar claro que esta ação foi realizada unica e exclusivamente com o empenho dos moradores e amigos de Formoso e não contou com ajuda e nem particpação de nenhum órgão publico. Como estamos em ano de campanha política, é sempre bom deixar tudo as claras, não é mesmo? rs rs

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Aqui não tem propaganda partidaria, nem contra, nem a favor! Somos movidos pelo amor ao esporte!

Esta é nossa Bandeira!!!

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Um salve para todos os parceiros desta empreitada: alemão, minhoca, macarrão, doca, matheus, são, lelinho, luizinho, neneco, marelo, marcelinho, ….e o restante da galera que participou deste dia!!!

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FORMOSO F.C.

CAMPEÃO INVICTO COPA VALE HISTORICO DE 2010

CAMPEÃO INVICTO COPA MUNICIPAL DE 2011

BI-CAMPEÃO COPA VALE HISTORICO DE 2011

BI-CAMPEÃO INVICTO COPA MUNICIPAL DE 2012

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quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Noite Italiana no Clube dos 200

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Dentre os principais patrimônios que caracterizam a Itália, além de suas belezas paisagísticas e de sua arte, está a gastronomia. A cozinha italiana é talvez uma das mais ricas do mundo, principalmente no que diz respeito aos ingredientes característicos da cozinha típica e regional. Isso é sem duvida consequência dos vários povos que passaram pela península itálica através dos séculos e lá deixaram sua marca com a introdução de novos elementos.

Apresentaremos a seguir as fotos do Jantar realizado no Clube dos 200, idealizado pelo Cheff Nilson Bernardi, com o apoio da Cantu distribuidora e importadora, e que teve a intenção de apresentar aos nossos hóspedes um pouco da historia da gastronomia Italiana, proporcionando a todos uma excelente degustação superior ao costume brasileiro de resumir a comida italiana em apenas massa e mais massa. A Cozinha Italiana soube como tirar proveito das diferenças para enriquecer sua cultura sem deixar com que sua identidade desaparecesse. Esta diversidade fez com que esta cozinha se transformasse em um ícone da gastronomia assim influenciando tantas outras cozinhas e semeando sua historia através de seus pratos que hoje são apreciados em todo o mundo. DSC_6277 Como não poderia deixar de ser, peço a paciência de todos para uma breve apresentação da História da Culinária Italiana. Não tenho como evitar a este costume! O Clube dos 200 deve sua existência ao fazer história, e esta, sempre se faz presente.

Ao falarmos de Itália podemos considerar esta nação a mãe da cozinha ocidental, pois foi ela o palco de dois grandes episódios da nossa historia: o Império Romano e o Renascimento.

O Império Romano foi construído a base de ceias fartas! Porem, não eram todos aqueles que tinham o privilégio de fartar-se nos banquetes. Durante a Roma antiga a gastronomia consistia somente em vegetais e frutas. Somente ricos comiam carne, geralmente de carneiro, burro, porco, pato ou pombo. Alimentavam-se os porcos com figo para que a carne ficasse perfumada e criavam os gansos de maneira especial para com eles preparar patês. (Ainda bem que consegui convencer nosso chef a não incrementar tanto nosso cardápio e nossos gansos continuam a nadar tranquilamente na Lagoa.) rs

O intenso comércio de alimentos na região durante o império, centrado no suntuoso mercado circular de Roma, fez transitar pelo local, caravanas recheadas de alimentos vindos de toda a Europa, África e Oriente. Tal miscigenação fez com que a Itália tivesse como consequência uma das cozinhas mais ricas do mundo, principalmente no que diz respeito à diversidade de ingredientes que deram uma forte característica à cozinha típica e regional. Nesse período os Romanos possuíam três refeições principais, semelhante às de hoje, elas eram:

Lentaculum

Primeira refeição do dia ± pouco tempo depois de se levantarem. Esta refeição era composta por pão, queijo, ovos e leite. O pão poderia ser embebido em um vinho aquecido ou então regado com azeite e esfregado no alho. Quanto ao leite, o mais consumido era o de cabra ou de ovelha.

Prandium

Era servido por volta do meio dia e tomava-se, geralmente em pé. Nele restos de comida do dia anterior eram costumeiros, carnes frias frutas e queijo. Como bebida poderia tomar-se o muisum, uma mistura de vinho com mel. Cena

A cena era a principal refeição do dia e iniciava-se à décima hora, o que correspondia às quatro horas da tarde, tendo em vista que os Romanos contavam as horas a partir do nascimento do sol e prolongando-se até de noite. A cena dividia-se em três partes: gustatio, prima mensa e secunda mensa.

O gustatio era composto por uma série de aperitivos: comiam-se cogumelos, saladas, rábanos, couve,ovos e ostras. Para beber, tomava-se o muisum, que servia para abrir o apetite e ao qual se atribuía à capacidade de prolongar a vida.

A prima mensa era composta por vegetais e carnes e a secunda mensa consistia na sobremesa, na qual serviam frutas ou bolos.

Puls

A puls, uma papa de cereais, era o alimento base dos antigos Romanos. Os cereais utilizados para elaborar a puls eram os trigos ou a espelta, que eram torrados, moídos e cozidos, primeiro em água e depois em leite. Existiam algumas variantes da puls: a pulstabata (feito com favas) e a puls punica (que continha queijo, mel e uma gema de ovo).

Pão DSC_6253  DSC_6247

Na Roma Antiga produzia-se uma extensa variedade de pães. Fabricar o pão era de inicio uma tarefa feminina, até a partir do século III a.C. quando surgem os padeiros (pistores)que vendem o pão nas padarias (pistrinae).Existiam basicamente três qualidades de pão, o panis mundus, o panis secundarius e o panis sordidus. O panis mundus era o pão de primeira qualidade, enquanto que o Panis secundarius era o pão feito com farinha de segunda, possuindo mais farelo; este último tipo de pão teria sido o favorito do imperador Augusto. Quanto ao panis sordidus era o pão de mais baixa qualidade, consumido pelos pobres.

Carne e Peixe

Comia-se praticamente todos os tipos de carne animal: porco, javali, lebre, coelho, galinha e borrego. Um petisco particularmente apreciado eram as línguas de rouxinol e flamingo. A carne bovina era pouco consumida por diversos motivos, entre os quais os religiosos: aquele que matasse um bovino sujeitava-se a ser castigado com a morte ou exílio. Para, além disso, os bovinos eram vistos mais como animais de tração do que de consumo.

Garum

O garum ou liquamen era uma espécie de molho obtido a partir da maceração pelo soldo intestino dos peixes, de preferência atum e cavala. Era usado em praticamente todos os pratos, inclusive os doces. O garum mais famoso era o fabricado em Cadis, localizado hoje na atual Espanha.Devido sua aparência e cheiro o garum não possui qualquer referencia na moderna cozinha européia. Julga-se que os molhos de peixe da culinária Vietnam e e do sudoeste asiático possam ser os que mais se assemelham ao antigo garum. Condimentos. A culinária da Roma Antiga fazia em uso generoso dos condimentos. Os principaiscondimentos utilizados na preparação das refeições eram a pimenta, os cominhos,orégãos, salsa e até mesmo o mel.

Vinhos e outras bebidas

DSC_6288 O vinho acompanhava os pratos e era bebido diluído com água do mar ou água morna. Para que os vinhos se conservassem era necessário que fossem misturados com resina, pelo que depois tinham que ser filtrados no sacculus linteus (um tecido de linhos).Colocava-se gelo ou neve no fundo, que tinha como função purificar e refrescar o vinho.Outras bebidas consumidas pelos Romanos eram a posca (feita com água e vinagre,sendo muito consumida pelos pobres e pelos soldados), zythum (cerveja de cevada outrigo), o hydromeli, camum (bebida fermentada de cevada) e cydoneum (bebida feitacom marmelo).A conquista da Sicília, Sardenha e Córsega levou o gosto pela abundancia e pelo luxo dos gregos para as cozinhas e os salões italianos, onde passa a imperar a gula, saciada pelo excesso de carnes regadas de molhos concentrados, especiarias e ervas aromáticas,acompanhadas de muito pão e vinho.

O Renascimento trouxe novo brilho às artes e à gastronomia local. Entre os séculos XIV e XVX, cidades como Veneza e Florença se converteram em centros de refinamento cultural e artístico. Foi nessa época que os banquetes e os exageros da Idade Média cederam lugar ao requinte, à sobriedade e a moderação da nova corte europeia. Surgiu a alta gastronomia, que prezava a moderação no cozimento e no uso de especiarias, assim como os bons modos à mesa. Os italianos dispensam preparos sofisticados, valorizam o sabor e o perfume natural dos ingredientes de suas terras, considerados alguns dos melhores da Europa e complementam com molho e tempero. À mesa, os melhores momentos são oferecidos pelas pastas, peixe, frutos do mar e cortes especiais de carne, como o ossobuco e o escalope de vitela. Estes pratos são preparados com azeite de oliva e recebem generosas doses de ervas frescas. Como complemento, estão sempre presentes pães e vinhos produzidos no país. DSC_6223  DSC_6251                                                         

A partir de 1600 os espanhóis deixaram suas marcas na gastronomia italiana, principalmente com novos produtos originários da América. Na época de Napoleão Bonaparte, os franceses transmitiram à esta culinária a utilização de pratos com produtos derivados de leite, com manteiga e creme de leite. Eles também ensinaram aos cozinheiros italianos formas mais refinadas de apresentação dos pratos, com um visual mais elaborado. Com a imigração dos italianos para a América, a partir de 1900, a Itália exportou sua culinária, principalmente com napolitanos. Portanto é difícil falar numa cozinha Italiana, o mais correto é falar em cozinha típica regional italiana. Além das diferenças gastronômicas entre sul e norte, dentro da mesma região encontra-se em varias cidades, até mesmo próximas, diferenças históricas, devido aos povos que passaram por cada local, geográficas e climáticas que determinam os tipos de produtos elaborados e que, por sua vez, vão constituir os ingredientes dos pratos tipicamente regionais. Em poucas palavras franceses, austríacos, húngaros, árabes, e até povos mediterrâneos passaram por aquela península que por fim absorveu um pouco da culinária da origem de cada um desses povos e adicionou esta à suas peculiaridades formando assim uma gastronomia diversificada e grandiosa. DSC_6225          DSC_6249

Com as mudanças renascentistas os italianos passaram a se alimentar menos em suas refeições, pois a gula ou exagero não eram mais bem vistos, assim novos horários de se alimentar passaram a fazer parte do dia a dia dos italianos. De maneira peculiar os pratos eram e são servidos até hoje em determinada sequencia. Enquanto dizemos que eles comem muita massa, eles dizem que comemos carne de mais. Além disso, há uma diferença na composição do prato e ingestão dos alimentos: os italianos comem sempre um alimento de cada vez. Podemos dizer que um italiano típico atual se alimenta mais ou menos da seguinte maneira:

La colazione

Corresponde ao nosso café da manhã, ocorre por volta das 08h00min e é composto geralmente de café, café com leite ou capuccino acompanhado de pão com geléia ou pão doce, como um croissant, denominado de cornetto.

Uno Spuntino

Para nos um lanche, servido as 11h00min ou 11h30min é constituído de um sanduíche de pão, queijo e presunto, ou somente um suco de frutas.

 Il pranzo

Da-se no horário das 13h00min às 14h00min, sempre acompanhado de pão, azeite de oliva e vinho, tem-se basicamente os seguintes pratos: Antepastos como bruschetta, champignon marinado, insalata ou focaccia. As bruschettas são fatias de pão amanhecido, sapecadas na grelha, esfregadas com alho ecobertas com tomates, azeitonas, berinjelas e regadas com azeite de oliva.

DSC_6289 Outra marca gastronômica italiana é a é a beleza e o gosto intenso de seus vegetais, possivelmente devido ao solo vulcânico, principalmente na região da Sicília. As berinjelas, por exemplo, são magníficas. Introduzida pelos árabes, caíram em desgraça quando eles saíram das Sicília e, por alguma intriga política foi por muito tempo considerada venenosa, até ser reabilitada pelos monges carmelitas. Dizem que os sicilianos têm 100 maneiras de fazer berinjelas.

Primo Piatto, geralmente com massas, como macarrão, espaguete, lasanha ou risoto. DSC_6236 DSC_6214

Secondo Piatto

Com cortes especiais de carne, e acompanhamentos, denominados contorni´, a exemplo de legumes cozidos ou saladas de legumes e verduras. 

DSC_6275 Não podemos deixar de mencionar a musica ambiente. Completando a noite, tivemos tambem o privilegio de ouvir as melodias de nosso amigo Sampaio, que brindou a noite com repertorio variado e de muito bom gosto surpreendendo mais ainda a todos os presentes. 

Voltando a sequencia dos pratos: As saladas são geralmente servidas no final - servem para limpar o palato antes do destaque final chegar: algumas frutas com queijo, uma pequena sobremesa (doce). Conforme explanação de nosso cheff Nison Bernardi, realizamos uma pequena inversão na sequencia dos pratos com relação a salada para atingirmos o gosto e o costume brasileiro e assim não causarmos tanto estranhamento em nossa proposta. DSC_6284 Esse momento que iniciou a noite foi bastante esclarecedor a todos os presentes, pois nesta hora, nosso Chef Nilson, apresentou e explicou toda a sequencia dos pratos que seriam servidos, bem como, os vinhos que acompanhariam cada prato. Os vinhos que foram gentilmente cedidos pela nossa fornecedora e distribuidora Cantu, foram escolhidos a dedo pelo nosso chef com o cuidado e a delicadeza da combinação perfeita para acompanhamento dos pratos e um breve esclarecimento tambem de qual região da Italia era procedente. Realmente, foi uma excelente noite! Dessas que lembraremos pra sempre e dignas de mais um capítulo da história do Clube dos 200!!! DSC_6286 Sobremesas Os doces, desde a Idade Media, eram feitos nos conventos pelas freiras enclausuradas. Muitos monastérios se tornaram mais famosos pelas gostosuras do que pela santidade. E essa doce herança, mais ou menos tão doce quanto contraditória, deixou sua marca até nos nomes das sobremesas. Contam as freirinhas, como supostamente não deveriam gozar tanto da vida, criavam doces deliciosos e na vã tentativa de diminuir o pecado batizavam-nos com nomes desmerecedores como: buoni ma brutti (bom mas feio), ossa di morti (ossada de

 

morto) e sospiri (suspiros). DSC_6301

Em nosso cardapio escolhemos a Panna Cotta para adoçar a vida dos nossos amigos nesta noite. E Após todo este breve relato, apresento-lhes finalmente o menu que foi servido nesta noite para conhecimento. Este cardapio foi preparado com muito carinho, muito estudo e bastante testado para que pudesse agradar e trazer bons momentos a todos os presentes. Propaganda Clube dos 200!
Agradecemos desde já, a presença de todos que estiveram aqui conosco nesta noite e esperamos poder repetir momentos como este em breve novamente.
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Um grande abraço da Família Clube dos 200

domingo, 12 de agosto de 2012

Apresentação do Projeto Rio Sesmaria mobiliza organizações de Resende e São José do Barreiro

Com a presença de moradores e representantes de instituições da sociedade e do governo, os Encontros de Apresentação do “Projeto Rio Sesmaria” se realizaram em São José do Barreiro e Resende.

As atividades foram conduzidas pela equipe técnica do projeto, coordenado pela ONG Crescente Fértil. Na abertura dos eventos, Luis Felipe Cesar, diretor da ONG, fez um breve histórico sobre a instituição fundada em 1994, com sede na APA da Serrinha, em Resende, e lembrou as enchentes ocorridas na cidade no verão de 2010, que alertaram para a necessidade de realizar um planejamento voltado para toda a bacia hidrográfica.

Em seguida, o engenheiro florestal Matheus Ambrósio detalhou a iniciativa e esclareceu o objetivo, que é definir as ações mais importantes a serem realizadas visando a melhoria do meio ambiente e da qualidade de vida da população em toda a região do rio e seus afluentes, desde a Serra da Bocaina até a cidade de Resende. Para isso, serão realizados estudos a fim de identificar os problemas e propor soluções, com a participação dos moradores. Também está previsto o plantio de árvores para formar unidades demonstrativas de restauração florestal.

A etapa seguinte da reunião foi conduzida por Marcos Luiz da Cunha Jota, agrônomo especializado em processos de Diagnóstico Rápido Participativo (DRP), que detalhou a metodologia e organizou a formação da Equipe de Apoio do Diagnóstico com os presentes. Também foi realizada uma atividade preliminar do próprio diagnóstico, quando se formaram grupos que identificaram as próprias possibilidades de participação e os principais temas a serem abordados durante os trabalhos.
A etapa do DRP terá duração de três meses, sendo fundamental para as demais fases do projeto, que tem duração total de dois anos.
Ao longo desse período serão realizadas as seguintes atividades: Mapeamento da bacia do rio Sesmaria, observando diversos fatores como: o uso e a ocupação do solo, áreas de preservação permanente, declividade e altitude da bacia; estudo das matas existentes e definir as espécies indicadas para restauração florestal; levantamento de dados e informações sobre as condições sociais e econômicas dos moradores rurais da bacia e suas relações com os recursos naturais; conhecimento da percepção e propostas de ação dos moradores e produtores rurais sobre a bacia do rio Sesmaria; avaliação do manejo atual das atividades agropecuárias visando identificar as principais ações para a melhor conservação de solo, água e biodiversidade; compartilhamento dos resultados do diagnóstico, com oficinas participativas e minicursos temáticos; implantação de quatro hectares de reflorestamento com espécies nativas em propriedades rurais selecionadas durante o projeto e elaboração do planejamento conservacionista de duas delas, sendo uma em cada município.
A próxima reunião é o encontro da Equipe de Apoio do Diagnóstico, dia 8 de agosto, em local de fácil acesso para moradores de São José do Barreiro e de Resende.
Financiamento e apoio
O projeto "Recuperação Ambiental da Bacia Hidrográfica do Rio Sesmaria - Diagnóstico Físico Socioambiental e Implantação de Unidades Demonstrativas" é financiado pelo Ceivap - Comitê de Integração da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul, por meio da Agevap - Associação Pró-Gestão das Águas da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul, com recursos oriundos da cobrança pelo uso da água, e pelo Funbio - Fundo Brasileiro para a Biodiversidade, com recursos do TFCA - Tropical Forest Conservation Act.
A iniciativa é apoiada também pelas seguintes instituições: Emater, Mosaico Bocaina, Prefeituras Municipais de Resende e de São José do Barreiro, Secretaria de Estado do Ambiente - SEA-RJ, Sindicato Rural de Resende, SSA-SP-Cati, Casa da Agricultura de São José do Barreiro e Clube dos 200.

Localização
A bacia hidrográfica do Rio Sesmaria está localizada no Médio Vale do Paraíba do Sul, entre os municípios de Arapeí e São José do Barreiro, no estado de São Paulo e Resende no Rio de Janeiro. A sua área de drenagem é de 149 Km², tendo suas nascentes mais altas situadas próximas ao Parque Nacional da Serra da Bocaina, na Serra do Mar. O rio Sesmaria é assim batizado a partir da confluência de dois rios, o Formoso e o do Feio, no município de Resende e deságua do rio Paraíba do Sul numa das áreas mais urbanizadas da cidade.
Publicado também no http://ambienteregionalagulhasnegras.blogspot.com.br/2012/07/apresentacao-do-projeto-rio-sesmaria.html

Visita Guiada ao Clube dos 200


Visitantes do Hotel Porto da Bocaina conhecem um pouco da História da região do Vale Histórico na visita guiada ao Clube dos 200.
Um grande abraço da família Clube dos 200 ao grupo!
Esperamos revê-los em breve!!

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Preservando e restaurando o Club dos 200

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O Hotel Fazenda Clube dos 200 sempre foi uma das construções mais imponentes e importantes na história da região do Vale Histórico. Tal importância histórica deveria ser suficiente para este Patrimônio ser conservado e adorado por todos os moradores locais, visitantes e passantes. Mas Infelizmente, não é isso que versa a história!

O descaso em que foi deixado o Clube dos 200 começa no final da década de 90. Por pouco a história não se apagou e ruiu junto com o Casarão. Isso é o que acontece quando Patrimônios dessa magnitude ficam a mercê de pessoas desinteressadas que ficam esperando por um milagre ao inves de arregaçar as mangas e trabalhar.

Apesar de ter todo o merecimento para ser tombado como Patrimônio histórico da humanidade, isso nunca veio a acontecer, em razão do último proprietário não ter o Clube dos 200 como prioridade. Sem interesse, não se pode fazer muito pelas coisas, e então, o Clube dos 200 começou a passar de mão em mão, de arrendatário á arrendatário, de descaso a abandono!

Em 1998 o Hotel Fazenda Clube dos 200 sofreu uma completa destruição e vandalismo! Tudo fora destruído, quebrado, queimado, invadido e, principalmente, roubado!  Como se explica o desaparecimento de um piano? E os famosos talheres de prata da frança, que não encontramos nem uma colherzinha pra contar história? E o que dizer dos lustres de cristais? Em qual fazenda será que hoje eles estão enfeitando o salão principal? Quantos antiquarios faturaram com os moveis que aqui criaram pernas…e por aí vai!

Todo destruído, o Hotel foi então abandonado!

Entregue à sorte e condenado à ação do tempo, que cada dia que passava, castigava cada vez mais suas paredes carregadas de historia. O mais triste de tudo é saber que desta vez a falta de capital não foi de toda culpa. O cuidado de apenas recolocar uma telha fora do lugar já ajudaria e muito a conservação deste patrimônio. Pequenas coisas, que somadas, formam um todo muito significativo quando zelamos por um local magnifico como este.

Era o fim do Hotel Fazenda Clube dos 200!

Até que um belo dia, o destino nos trouxe pra cá! Era Ano de 2004! E desde esse ano então, vamos vindo brigando, acreditando, sorrindo, chorando e lutando para que, cada vez mais, este lugar continue “respirando” e de portas abertas para continuar a escrever História!

Acompanhe, a seguir, algumas fotos deste processo de restauração do Hotel Fazenda Clube dos 200.

Agradecemos a sua atenção e muito obrigado pela visita!

Volte Sempre!

O Pátio

Nosso Pátio interno parecia uma selva! As plantas que cresceram entre as pedras estavam da nossa altura. A Natureza se encarregou de colocar vida no Clube dos 200 nesses oito anos que ficou fechado! O azulejo vermelho quase não se enxergava. Foi preciso uma boa dose de ácido e abusar do jato da wap, pedrinha por pedrinha... (As fotos abaixo foram tiradas após a ação do ácido e uma primeira ação do Wap).

Pátio Interno (antes):

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Pátio Interno (hoje):

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Os quartos, chalés e banheiros

O estado destas dependências antes, só acredita quem viu. Estavam totalmente destruídos: paredes, móveis (os que sobraram), louças dos banheiros...

Banheiros e Apartamentos (antes):

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Existiam buracos nas paredes que cabiam uma mão!!

Banheiros e Apartamentos (hoje):

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Bloco Externo – Chalés (antes):

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Bloco Externo – Chalés (hoje):

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Bloco Externo - Chalés (antes):

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  Chalés (depois):

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Chalés (antes):

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Chalé nº 10 (hoje):

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Chalé Nº 11 - (antes):

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Chalé Nº 11 – (hoje):

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Chalés (antes):

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Chalés (hoje):

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Chalés (antes):

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Chalé Nº 13 (hoje):

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Antes:

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Depois:

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Chalé (antes):

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Chalé (depois):

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A área externa

A Piscina

Não sabíamos se era a piscina ou se era a Lagoa! Descobrimos que era a piscina ao esvaziar! Tinha tanto lodo no fundo que só quando conseguimos retirá-lo todo, conseguimos enxergar que ela havia sido furada em dois lugares com algo parecido com uma picareta. Só não vazava porque o lodo tapava tudo! Tínhamos ali um verdadeiro ecossistema: sapo, girinos, mosquito, perereca, rã... E acreditem: até peixes!

Piscina (antes):

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Piscina (depois):

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A quadra

A quadra de Tênis era um verdadeiro campo de terra! Quando descobrimos o rolo de acertar o terreno da quadra dentro da lagoa, resolvemos tirá-lo de lá com um trator e reiniciar a recuperação da quadra de tênis. Passamos varias e varias vezes o Rolo no terreno e depois jogamos o saibro. Nem sinal de redes nem de suportes para telas de proteção, então o jeito foi improvisar!

Quando a quadra ficou pronta, estreamos em uma partida que levou quase a tarde toda. Só paramos o jogo porque descobrimos que não tinha como fazer uma iluminação para jogos noturnos. Apesar de haver postes para luz, todos os fios de cobre subterrâneos que iluminavam a parte externa do Hotel foram desenterrados e roubados. Uma pena! Vamos aproveitar o dia, então, aqui na quadra!

Quadra de Tênis (antes):

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Quadra de Tênis (hoje):

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A Sauna

A Sauna praticamente só existia o lugar dela! Todas as madeiras de dentro foram arrancadas e as que sobraram estavam cheias de cupins. O forno da sauna, nunca vimos nem sinal dele. Só tinha o buraco na parede. O maior trabalho foi desalojar os inquilinos que ali se apossaram do lugar: aranhas e morcegos! Mesmo com uma boa dedetização e desinsetização, eles insistiam em voltar... Mas nada de muito anormal, pois os morcegos demoraram mesmo bastante tempo para irem embora do Clube dos 200. Em toda e qualquer parte tinha morcego: nos quartos, nos salões, nos restaurantes, … A casa foi deles durante 8 anos né!  Mal conseguiamos ver os azulejos hidraulicos no chão por causa da sujeira.

Sauna (antes):

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Sauna (hoje):

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Cozinha

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Os encanamentos, esgoto e quadro de luz

A parte de Encanamento e Rede de Esgoto tivera que ser refeita inteira. O Hotel Clube dos 200 não tinha mais água em todas suas dependências. Após descobrir que os canos que abasteciam o Hotel na parte externa do abastecimento tinham sido todos “picotados” com machado, consertamos todos eles e passamos para a parte interna do Casarão. Mesmo assim a água insistia em não vir. Descobrimos então o outro motivo: os canos de água eram todos de ferro. Com o tempo, a ferrugem e sujeira acumulada, fecharam a passagem da água dentro da maioria dos canos. Para nossa surpresa, quando começamos a trocar o encanamento, ainda descobrimos os impressionantes “canos de chumbo” que ocupavam lugares onde não tinha os canos de ferro. Bem mais frágeis que os de ferro, era só tocá-los mais forte com a ferramenta, que esguichava água pra todo lado.

A Rede de esgoto também era muito antiga. Manilhas enormes e arcaicas ainda de barro e cerâmicas passavam por debaixo da terra, e já estavam quebradas e trincadas pela ação do tempo e pelo não uso dos sanitários. Muitos lugares entupidos nos obrigaram a fazer tudo outra vez. A fossa septica foi um desafio!

Encanamento Salão de Jogos:

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Encanamento Apartamentos e Chalés:

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O quadro de Luz

O quadro de luz de antes, só vendo para acreditar! O quadro era todo feito em uma placa de madeira. Para “impedir” maiores problemas como curto circuito e incêndios, as chaves de energia eram construídas em cima de pedras de mármore. Na frente tudo parecia “certinho”. Mas na parte de trás do quadro era um emaranhado de fios que lembrava uma “gigante macarronada” de fios coloridos, pra Italiano nenhum botar defeito! Impressionantes Fusíveis de rolha completavam o cenário.

Como funcionou durante tanto tempo sem nenhum acidente, só  Deus sabe!

Quadro de Luz (antes):

Frente

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Trás

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Relíquias

Infelizmente, muitas das peças históricas do Clube dos 200 foram destruídas, ou então, roubadas. Talheres e Pratarias que eram utilizadas nas mesas de refeições sumiram, pratos antigos quebrados, lustres antigos e imensos só foram vistos em fotos, peças de coleção e até mesmo um piano sumiu!

A maioria das peças que ainda estão em exposição aqui no Hotel, ou foram achadas na limpeza do jardim ou foram encontradas e restauradas com o maior zelo possível. Foi o caso desse fogão de ferro que estava no Jardim do hotel enferrujando a sol e chuva. A parte de dentro foi toda danificada, mas por fora, conseguimos recuperar grande parte. Foram quase 5 meses de muita dedicação e muito pó de ferro nos pulmões, mas a peça hoje esta salva! Tenho um grande apreço por este fogão, pois me lembro de meu grande amigo Jose Luiz Pasin, que foi quem me incentivou a restaura-lo e não sossegou enquanto eu não decidi colocar a mão na massa. De nada adiantou em dizer ao Pasin que eu tinha outras prioridades antes de mexer com esta peça. Foram embates muito agradáveis entre um historiador e o empresário! rs Me lembro ate hoje sua cara de satisfação quando terminei o restauro e o convidei para jantar no Clube dos 200. Servimos o jantar utilizando  fogão como aparador e ambos ficamos muito orgulhosos com mais esta missão cumprida. Você deixou muitas Saudades meu caro amigo!

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Volto aqui a mostrar o trabalho nos chalés que foi, e ainda é, um grande desafio. Digo isto pois quando iniciamos tudo, muitos nem teto tinham mais! Minhas lembranças de infância nunca foram tão presentes igual a este lugar. Parecia que ouvia minha vó cantando: “ Era uma casa muito engraçada, não tinha teto, não tinha nada…”"

Reforma dos quartos e Chalés

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Chalés

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Banheiros Banheiros

Reforma dos Telhados Teto dos quartos

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Madeiramento do telhado – Bloco Chalé dos fundos – chalé 17 ao Chalé 23

Mais do que investimento, afirmo com toda certeza que é preciso muito amor pelo que fazemos! Dar vida novamente a um Patrimonio como este, realmente tem um preço alto…custa uma vida de dedicação!  Trabalha-se com muito carinho, e pouca carência nos contratos implacáveis…

Mas seguimos em frente! É um prazer estar a frente desta missão. A recompensa para nós será um dia o reconhecimento por todo esse trabalho. Que é muito belo, por não ser nem de lauro  Maia Cavalcanti, nem só de Joseane Fontaine, mas sim de todos aqueles que aqui conosco compartilham esta Jornada: todos vocês!

       
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Recuperação da instalação elétrica interna e externa

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Interior dos quartos

Banheiros

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Encanamentos e sistema de esgoto Sistema de esgoto quartos

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Recuperação sistema de esgoto Reforma dos beirais do pátio interno

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Quartos de dentro do casarão

Piscina

Pedalinhos

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Sauna Reforma de sistema de esgoto do lavabo

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Recuperação da parte elétrica dos chuveiros

Encanamento da caixa de água

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Abastecimento da Caixa d’água principal redistri redistribuidora do hotel

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Recuperação dos livros de registro com assinaturas de hospedes e personagens ilustres como: carmem Miranda, Tarsila do Amaral, Lasar segall, Robert Taylor….entre muitos outros! 

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Recuperação e criação de acervo fotográfico

 

Restauração - Chalé 17

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Encanamento interno dos apartamentos e chalés

Vale observar que a quantidade de durepox que havia nas partes externas fazendo remendos nas louças de banheiro, tambem  serviam de “rolha” nas partes internas! Banho mesmo, só se chovesse!

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Aparelhos Sanitários

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Enxoval e Roupas de cama

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Depósitos

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Recuperação encanamento dos chalés para Fossa séptica

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Raízes de plantas obstruindo e arrebentando todo o sistema de esgoto que ainda estava em manilhas de barro.

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As emendas e curvas que foram realizadas para disfarçar o problema dos encanamentos também estavam totalmente obstruídas por raízes.

Reforma do estuque do apartamento 08 – Impossível restauração do Estuque

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Beiral da frente do hotel

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Recuperação das Janelas Beirais da Lateral do Hotel

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Recuperação das peças históricas

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Quadra de Tênis

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Restaurante e salão principal

O forro de estuque de todo o Clube dos 200, que foi todo feito na decada de 20, chega ao fim de sua vida util nos dias de hoje. Vários fatores contribuiram para acelerar este proceso: anos e anos sem prevenção e combate ao cupim, goteiras que não foram consertadas,…mas nada, nada foi mais decisivo para se chegar a esta situação, do que o abandono e a falta de cuidado com que este casarão foi vítima.

O Clube dos 200 apresenta-se como um caso clássico deste desrespeito com nossa história. E o pior de tudo, é que infelizmente, quando andamos por estes vales, vemos que ele não esta sozinho nessa triste sina!

Mas não cabe aqui agora falarmos a respeito desses outros gigantes condenados, pois estamos tratando aqui de renascimento! Da vida que ressurge! De continuar fazendo História pelo Vale Histórico!!! 

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Parte externa casarão

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Chalés antes e depois

Como foi possível ver, trabalhamos muito para que o Hotel Fazenda Clube dos 200 voltasse a funcionar e receber pessoas como você.

Agradecemos imensamente a sua paciência, sua visita e, fiquem certos de que este trabalho continua diariamente para melhor servi-los.  Acessem o nosso site para conferir: www.clubedos200.com  Mas desde já asseguramos, que nada será mais prazeroso do que sentir toda essa história de corpo presente!

Esperamos por voces!

Agradecemos de coração e alma o carinho,

Familia Hotel Fazenda Clube dos 200